sábado, 25 de junho de 2011

Mensagem no corpo do e-mail pode influenciar pré-seleção, dizem especialistas.

Ao se candidatar para uma vaga de trabalho, não basta cuidar apenas do currículo. A mensagem no corpo do e-mail também merece atenção. Isso porque, segundo alertam especialistas, ela tem servido como critério de pré-seleção.

Assim como um currículo mal feito pode fechar portas em vez de abri-las, a mensagem no corpo de e-mail também pode causar uma boa ou má impressão no recrutador. Quando o currículo chega sem nenhuma mensagem, por exemplo, dá a impressão de estar mal direcionado ou mesmo que a pessoa está enviando para todos os lugares, sem foco.

“Nem sempre dá para abrir todos os currículos. Então vou selecionando pelo corpo do e-mail e não pelo anexo. Se não achar legal, aí volto fazendo a triagem em todos”, explica o publicitário da agência Fórmula P, Bruno Figueiredo.

A exemplo do que ocorre com os currículos erros gramaticais na mensagem do corpo do e-mail também são inadmissíveis, conforme observa a coordenadora da Fundação CDL, Bânia Poli.

Para ela, é importante evitar informalidades e respeitar as palavras que exijam caixa alta, com letras maiúsculas, e assim por diante, pois o contrário – escrever tudo em maiúsculas ou em minúsculas – pode dar a impressão de desleixo ou de que a pessoa não entende de informática.

“A apresentação do candidato vai desde a elaboração do currículo até o envio. Depois de anexar o documento, seja claro ao descrever no assunto da mensagem algo do tipo: apresentação de currículo. No corpo do e-mail faça uma breve apresentação, de no máximo uma ou duas linhas, começando com bom dia ou boa tarde e, em seguida, descrevendo que gostaria de concorrer à vaga disponível”, finaliza Bânia.

Por: Gladys Ferraz Magalhães

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A relação entre a competência pessoal e a felicidade profissional.

Comecei a minha vida profissional com 17 anos ao ingressar na Escola Preparatória de Cadetes do Ar - Epcar, uma escola de ensino médio para a formação de oficiais aviadores da Força Aérea Brasileira. Não ingressei por ideal, já que nessa época, eu nem imaginava a existência da relação entre a vocação profissional com a minha felicidade. Na sequência, segui para a Academia da Força Aérea-AFA, aonde tive contato com as minhas primeiras aulas de voo militar.

Sem possuir o talento e tempo  necessários para aprender a voar, fui obrigado a interromper essa carreira e optei em ingressar na Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante-EFOMM, onde me formei como oficial de radiocomunicações.

Após passar alguns anos viajando em diversos navios da Marinha Mercante, interrompi essa carreira de marítimo e iniciei uma nova carreira, agora em terra firme, como técnico de uma grande empresa de energia.

Atuei em diversas áreas dessa empresa como a de Atendimento ao Cliente, Marketing, RH, Auditoria, Engenharia e E&P (Exploração e Produção).

Como você pôde perceber a minha vida foi regada a mudanças; não por acaso, mas porque (hoje eu sei), possuo como uma de minhas competências a flexibilidade a mudanças.

Com esta exposição, desejo comunicar a você sobre a importância de serem identificadas as suas principais competências (habilidade: capacidade aprendida para realizar determinada tarefa + talento: capacidade nascida com você) para que você possa identificar melhor se as oportunidades que lhe aparecerem combinam ou não com as suas competências. Se a sua competência pessoal atender à competência organizacional, ou seja, aquela que a empresa necessita, você terá tudo para apresentar bons resultados e de se realizar profissional e pessoalmente.

Como reconhecer suas competências pessoais?
Faça um coaching!

Fonte: Coach Luiz Guilherme Chagas Monteiro

sábado, 18 de junho de 2011

Qual é o fator-chave de todo o sucesso ou fracasso humano?

Você conhece pessoas que sem uma excelente educação acadêmica, sem possuir dinheiro ou tendo enfrentado acontecimentos negativos no passado conseguiram superar obstáculos, realizar seus sonhos e chegar ao topo?
Todos nós conhecemos!
Pense em nomes como, por exemplo: Silvio Santos, Comandante Rolim (da TAM), Amador Aguiar (fundador do Bradesco), Samuel Klein (fundador das Casas Bahia) e José Alencar (fundador da Coteminas e ex-vice-presidente da República).
O que estas pessoas possuem em comum, além de terem se tornado ricas e conhecidas?
A capacidade de superar as três armadilhas de todo o fracasso pessoal e profissional humano:


Primeiro: Viver sem a expectativa de conquistar grandes realizações.
A maioria das pessoas já não vive para conquistar seus sonhos, apenas sobrevive. Acostuma-se com o bom e não procura o extraordinário. Qual é o problema disto? Viver sem motivação, sem energia, sem vontade… Viver apenas com desejos… Como seria bom ter mais dinheiro, mais saúde, um corpo perfeito, um excelente emprego, um ótimo relacionamento… Seria bom, mas essas pessoas nunca conquistam o que desejam. O motivo? Elas não possuem algo para perseguir que lhe traga prazer diário.


Segundo: Acreditar que sucesso é uma questão de sorte.
Uma questão de sorte ou um dom especial. Pessoas que acreditam nisto não entendem que sucesso exige muito trabalho, dedicação, disciplina e superação. Se você quer ter mais sucesso em sua vida, precisa estudar o sucesso. Para ser um bom arquiteto, médico, dentista ou advogado, são necessários anos de estudo e dedicação. Por que para ser bem-sucedido na vida seria diferente?
Estude o sucesso, busque todo o conhecimento necessário sobre esta palavra. Eu garanto que você entrará em um novo círculo de atuação em sua vida e novos resultados irão surgir.


Terceiro: Viver por recompensas imediatas.
As coisas que lhe trazem resultados imediatos não serão as coisas que lhe permitirão atingir o sucesso no futuro.
Ir ao cinema, assistir televisão, ir ao teatro, ficar um dia inteiro em um churrasco são coisas que lhe trarão prazer no presente, mas não lhe trarão ganhos futuros.
Aliás, você sabia que, segundo estudos, uma das principais causas do fracasso na vida é trocar ganhos consistentes e duradouros, mas que levarão algum tempo para ocorrer, por gratificações imediatas, mas efêmeras e que em nada contribuem para objetivos maiores?
Estudar, aprender um novo idioma, ir à academia, conversar com mais calma com seus familiares, acompanhar seu filho em uma atividade, são, por outro lado, exemplos de ações que podem não lhe trazer tantos benefícios em curto prazo – mas que no futuro trarão.
Preste atenção em uma coisa: não se trata de abdicar de todos os momentos recompensadores no presente, mas de estar disposto a se dedicar a coisas no presente que podem não lhe parecer muito prazerosas, mas que no futuro lhe tornaram uma pessoa bem-sucedida.
Você é uma pessoa que possui grandes sonhos e acredita que pode conquistá-los?
Você é uma pessoa que está disposta a estudar os fundamentos do sucesso?
Está disposta a abrir mão de recompensas momentâneas para desfrutar de um sucesso sustentado no futuro?
Então, faça como milhares de pessoas já fizeram… Faça coaching!

Por Villela da Matta, presidente da Sociedade Brasileira de Coaching.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Geração T: indivíduos que sabem de tudo, mas não avaliam nada.

Entre os indivíduos que fazem parte das famosas gerações X e Y, foi identificado um comportamento que classifica uma parcela deles em uma nova modalidade, a Geração T.

Apesar de não limitar a uma faixa de idade, a geração T é formada principalmente por jovens que sabem de absolutamente tudo que está acontecendo no mundo, mas não são capazes de analisar, comparar ou emitir qualquer opinião a respeito de nenhum assunto.

O “Tê” vem justamente da palavra testemunha, já que tais indivíduos não passam de meros espectadores dos fatos. De acordo com o profissional de comunicação e ex-executivo de marketing Luciano Pires, esse grupo “sabe de tudo, mas não sabe o porquê das coisas”.

Mas, se foi identificada uma geração que está mais interessada em reproduzir e se conectar do que avaliar e criticar, seria interessante também entender como esse comportamento pode afetar a construção de suas carreiras.
Os jovens da geração T, no ambiente de trabalho, são aqueles que fazem o que são mandados fazer, que vão para onde são mandados ir e que o máximo que conseguem é criticar, seja o chefe, a empresa ou a vida.

No seu comportamento não se observa um espírito crítico, capaz de melhorar os processos. É exatamente neste ponto que sua carreira não vai para frente, já que as empresas estão em busca justamente de profissionais que tenham capacidade de julgamento e que saibam tomar decisões. “A geração T julga e decide pela cabeça dos outros”, salienta Pires.

É importante ressaltar que o principal problema dessa geração não está relacionado com sua eficiência operacional, mas sim com sua atitude, uma atitude tão superficial frente ao que acontece no mundo que atrofia sua capacidade de julgar, criticar e analisar.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Entrevista com vários gestores ao mesmo tempo? Veja como se comportar.

Entrar na sala de entrevistas e encontrar mais de um entrevistador pode deixar alguns candidatos confusos e gerar dúvidas. A primeira delas pode ser para quem se dirigir primeiro. “Geralmente sempre está presente ao menos uma pessoa com quem o candidato teve contato em etapas anteriores, seja por telefone ou mesmo pessoalmente”, afirma o gerente de Relacionamento da Foco Talentos, Gustavo Nascimento.

Então, começar cumprimentando aquele que se conhece é um bom começo. A partir daí, os demais participantes do processo serão devidamente apresentados. Lembre-se de tentar não se atrapalhar com os nomes de quem está na sala. Na hora da apresentação, preste atenção na ocupação do gestor. Isso pode ajudar na hora de esclarecer dúvidas.

Na hora de ouvir as perguntas, mantenha a calma e espere até que o locutor termine de enunciá-las. Pode ser que, nessa hora, algum dos presentes queira fazer algum complemento na questão. E pra quem responder? “O foco que o candidato deve ter é sempre em quem fez a pergunta, mas nunca se deve perder de vista os outros gestores”, afirma Nascimento. Dessa forma, ao responder, o recomendável é dividir os olhares com os demais presentes na sala.

Quando um gestor passa por cima do outro em alguma questão ou mesmo quando eles começam a discordar em determinados pontos das perguntas, espere a resolução do conflito. “Casos como esses não são comuns, mas podem acontecer. A referência deve ser sempre o condutor da entrevista”, afirma o especialista.

E se, no final, o profissional ficar com dúvidas sobre a vaga ou o processo, é preciso atenção ao tentar esclarecê-las. “As perguntas e dúvidas sobre o processo ou sobre aspectos da vaga como salário e benefícios devem ser dirigidas ao condutor da entrevista. Já perguntas sobre a lógica do trabalho devem ser dirigidas ao gestor responsável pela área que está presente”, considera Nascimento.

É nessa hora que os nomes e as responsabilidades de cada gestor devem se manter na memória. Caso haja mais de três ou quatro participantes, não se preocupe, confundir os nomes não o eliminará do processo. Na dúvida, esclareça seus questionamentos com o condutor da entrevista.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Depois do inglês, espanhol é o idioma mais valorizado pelo mercado de trabalho.

O inglês no currículo já deixou de ser diferencial e é pré-requisito em muitas profissões. A língua está mesmo consolidada no mercado de trabalho brasileiro e o que os profissionais devem pensar agora é em mais uma para tornar o currículo mais competitivo. Mas qual língua chama mais a atenção do mercado depois do inglês?
Dos cinco especialistas consultados pelo portal InfoMoney, todos concordaram que o espanhol é a segunda língua mais requisitada e dificilmente perderá espaço no mercado a longo prazo. Eles acreditam que, embora o Brasil seja o país de maior representatividade na América Latina, os vizinhos estão crescendo e ganhando espaço por aqui.
Aproveitando o crescimento do País, empresas latinoamericanas começam a migrar ou ampliar seus negócios no Brasil. E para aproveitar esse momento de forte contratação por parte dessas empresas, o espanhol é prioridade. Dependendo da empresa, ganha até do inglês. Além dos motivos econômicos, há os culturais. Os especialistas lembram que o espanhol sempre foi a língua mais próxima dos brasileiros que o inglês.
É uma língua comum hoje, que muita gente fala e será ainda mais comum no futuro”, afirma, reforçando a importância da atuação das empresas dos países vizinhos no Brasil, de olho no aumento do consumo e nos eventos mundiais de 2014 e 2016.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Questionar comportamento do líder é possível, mas requer alguns cuidados.

Para a gerente de Marketing da Monster Brasil, empresa de recrutamento e gerenciamento de carreiras on-line, Andreza Santana, o importante nessas situações é o profissional tentar não abalar uma relação de confiança que pode estar estabelecida. “Quando há essa perda, fica mais difícil lidar com essa situação”, afirma. Por isso, ela recomenda três passos fundamentais para se questionar o líder:

“O profissional deve fazer uma análise para ver se a razão para se questionar o chefe é objetiva ou subjetiva”, afirma.

Se o profissional constatar que as razões são objetivas e que há fatos que as comprovem, o profissional deve compartilhar suas constatações com alguém de confiança. "Dê preferência a  alguém de senioridade maior que ele, com mais experiência", completa Andreza.

Caso seja constatado que existe uma razão concreta para os questionamentos, o profissional deve ter uma conversa direta com o líder. Mas sempre observando a situação e respeitando os limites. Os limites em situações como essas são, na avaliação das especialistas consultadas, o respeito à hierarquia e ao próprio líder, como um profissional geralmente mais experiente que o colaborador. “Por mais que ele lhe dê abertura, ele é o seu chefe”, alerta a sócia da Search Consultoria em Recursos Humanos Ilana Lissker. “O ideal é nunca colocar esse líder contra a parede”, alerta.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Há tempo para aprender e para ensinar.

Veja os caminhos profissionais que marcam cada fase de nossas vidas:

Aos 20 anos: nessa idade, os cargos a serem ocupados são os de estagiário, trainee, analista júnior e, ao final da década, pleno.
Desafios: essa é a fase de conseguir construir a carreira. É nessa faixa de idade que são traçadas as principais metas da profissão e quando se dá a busca por um lugar ao sol. Os jovens devem procurar ter como diferencial a qualificação e ampliar a rede de relacionamentos. Além disso, a orientação de especialistas é valorizar a hierarquia. Também é hora de começar a poupar, pensando no futuro.
Aos 30 anos: no que diz respeito aos cargos, nessa idade as funções a serem ocupadas são as de analista pleno e sênior, além de cargos relacionados com coordenação.
Desafios: de acordo com especialistas, a ideia é dar continuidade a sua empregabilidade, pois nessa época já se adquiriu maturidade profissional. Além disso, é importante ter foco na carreira, mesmo que alguma turbulência ocorra nessa faixa de idade. O importante é sair da zona de conforto, buscar uma promoção e estar sempre atento às perspectivas.
Aos 40 anos: com essa faixa etária, os profissionais já ocupam, geralmente, cargos gerenciais.
Desafios: os desafios são praticamente os mesmos de quando se está na faixa dos 30 anos. A diferença é que a carreira profissional já está mais consolidada. A partir daí é necessário trabalhar com foco na qualidade de vida e com saúde. Especialistas indicam que esse é um excelente momento para arriscar uma carreira no exterior, por exemplo. O crescimento é ideal para quem já está com uma carreira profissional estabilizada.
Aos 50 anos: os cargos a serem ocupados já são gerenciais, de diretoria e de conselheiros.
Desafios: ao chegar nesse ponto da carreira, as prioridades são diferentes de quem está começando. Nesse ponto, é preciso parar para pensar se vale a pena pensar na aposentadoria ou no empreendedorismo, por exemplo. Isso ocorre porque chega um determinado momento em que os projetos de vida são outros. Se a sua opção for se aposentar, tenha cuidado para não cair na armadilha de acreditar que será uma vida de férias. Ninguém aguenta essa situação por muito tempo.
Fonte: presidente da Sociedade Brasileira de Coaching, Villela da Matta

domingo, 12 de junho de 2011

Como desenvolver relacionamentos equilibrados.

A maioria das pessoas gasta horas para o desenvolvimento de suas competências para serem bem sucedidas profissionalmente, mas não investem 1 minuto sequer para desenvolver competências essenciais que permitam um relacionamento duradouro”, esclarece o presidente da Sociedade Brasileira de Coaching, Villela da Matta.
Villela acrescenta ainda que 50% dos casamentos terminam antes de 2 anos e 75% antes dos 7 anos. “Para que um casamento seja bem sucedido não basta apenas amor. É fundamental que se tenha inteligência”, alerta.
Uma das competências essenciais que uma pessoa deve ter é resolução de problemas.
Uma das tendências naturais do ser humano é fingir que os problemas não existem e se enganam ao acreditar que o futuro será diferente. Porém, não mudará se não aprendermos a enfrentar e resolver problemas. “O que no fundo cada problema nos remete é um novo aprendizado".
O que diferencia uma pessoa bem sucedida seja em relacionamento ou na vida profissional é a capacidade de aprendizagem de cada um. Para isso é importante ter objetivos e metas claras, mesmo em relacionamentos. “Quando definimos uma meta e um objetivo, automaticamente, isso nos indica que para chegar onde queremos teremos que aprender algo. Casais se separam porque não possuem metas de relacionamento e se desconectam do propósito maior em estarem juntos. Pense por um instante em duas questões: Qual é seu propósito em estar com determinada pessoa? E qual é o objetivo em estar no atual relacionamento? Essas são respostas difíceis de serem respondidas e é justamente por essa dificuldade que relacionamentos se acabam.
Pessoas vão amadurecendo ou mesmo mudando seu comportamento e não percebem que constroem uma ponte que divide os casais. “O processo de Coaching, especificamente para relacionamentos, trabalha com alinhamento de valores e perspectivas fazendo que casais voltem a sonhar e crescer juntos, conclui Villela.
Sendo assim, eu, coach Luiz Guilherme, desejo a todos os casais um Feliz Dia dos Namorados. E lembrem-se: desenvolvam relacionamentos equilibrados!

sábado, 11 de junho de 2011

Comemorar o aniversário na empresa.

A consultora de etiqueta corporativa, Renata Mello, apontou o que não é permitido fazer nesta situação.
Depois de cantar o parabéns, não é aconselhável cantar músicas que possam constranger outras pessoas, como a famosa letra “Com quem será?” No momento de cortar o bolo, o aniversariante deve ficar com o primeiro pedaço, para evitar comentários que apontem que ele é “puxa-saco”.
Sobre o discurso, que muitas vezes é pedido ao aniversariante, a especialista indica: “Fugir é pior. Mas a pessoa tem de evitar se emocionar, chorar, ser sentimental demais. O melhor é agradecer, sem muito drama”.
No momento de comer, “Não é para sair atacando. Não é para substituir o jantar”, lembra Renata. Além disso, não é correto levar um pedaço de bolo ou outros quitutes para casa.
Em relação ao presente, o colaborador não pode escolher o que quer ganhar, além de não abri-lo na frente dos colegas. O pacote só não pode ser aberto, se quem deu o presente pedir para a pessoa abrir em particular. Indiferentemente de ter gostado ou não do que ganhou, o profissional tem de fazer uma cara de surpresa e felicidade. Caso o presente seja repetido, ele não pode dizer e muito menos repassar aos outros colegas. Além disso, a pessoa tem de levar o presente para casa, nunca deixá-lo no escritório, se não for para usá-lo lá.
Caso a pessoa for comemorar fora da empresa, ela não precisa convidar todos os colegas, mas uma dica é que encaminhe um e-mail em cópia às pessoas que foram convidadas, assim evitará gafes e um clima desconfortável entre os colegas.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Sem experiência, profissionais chamados para liderar podem se dar bem.

Assumir uma equipe que não conhece e um trabalho para o qual não se tem muita experiência não é tarefa simples. Por isso, ponderar antes de aceitar o convite é o primeiro passo para não afundar a carreira. “É preciso que o profissional entenda qual a expectativa da empresa e avaliar seu plano de carreira”, afirma Elaine. “Não é problema nenhum o profissional pedir para pensar a respeito”, completa Nogueira.

Pensar e questionar. O profissional, segundo os especialistas consultados, deve ter em mente o que a empresa quer dele e o que ele terá a sua disposição. Aceitar a proposta sem ponderar pode levar a três caminhos: ou o profissional se frustra ou a empresa se frustra ou ambos têm sucesso na escolha.
Ser um completo desconhecido pode também gerar consequências não muito positivas. Ver um profissional diferente assumir uma equipe que estava esperando uma promoção de um de seus pares é outro aspecto a ser levado em conta.

Apesar de todos esses fatores, os especialistas acreditam que aceitar é a melhor saída. “Se você nega o pedido, de alguma forma, você pode não ser lembrado para novos projetos. Se o convite for extraoficial, é mais tranquilo e não deve haver grandes consequências”, aponta Nogueira. “O fundamental é que, caso assuma esse desafio, o profissional deve buscar informações, desenvolver competências e melhorar os gaps (as lacunas) que ele têm. Ele não pode esperar que eles apareçam”, explica a gerente geral da Right Management no Brasil, Elaine Saad.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Será que estou em equilíbrio?

Muitas pessoas têm dúvidas se estão com a vida pessoal e profissional equilibradas. Se este é o seu caso, abaixo vão algumas pistas do desequilíbrio:
  • Sair da empresa e continuar pensando nos problemas do trabalho;
  • Não sair no horário com frequência;
  • Acúmulo de tarefas;
  • Não ter vontade de se divertir.
Ter disciplina e definir metas e objetivos também são atitudes que auxiliam os que buscam equilíbrio entre vida profissional e pessoal, completa Zenobio. “Muitas pessoas não sabem aproveitar o tempo que possuem e, no fim, acabam se dedicando mais a uma tarefa do que outra sem necessidade”, segundo o gestor de carreiras da empresa de recursos humanos Gnetwork, Sidney Zenobio.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Desenvolva sua habilidade.

Quem sabe trabalhar em equipe tem mais facilidade de lidar com pessoas, desenvolve de modo mais efetivo a criatividade, pela facilidade de trocar ideias com outras pessoas. “Para tentar ser mais participativo e sanar a dificuldade de trabalhar em equipe, os profissionais precisam passar pela autoavaliação”, ressalta a consultora de Recrutamento e Seleção da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Vanessa Mello Roggeri. “Somente ela permitirá que ele se conheça”. A partir daí, aconselha a consultora, o comportamento só vai mudar se o profissional quiser. “Vai ter de partir dele querer participar mais, interagir mais”, afirma. Para ela, o profissional precisa perder o medo de opinar, tentar ouvir os colegas e enxergar o lado positivo de possíveis críticas. E fazendo sessões de coaching o profissional poderá se autoavaliar (se conhecer melhor), segundo o coach Luiz Guilherme Chagas Monteiro.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

As pessoas trabalham melhor onde são felizes.

Certamente você conhece gente que passa a vida descontente no trabalho, cultivando a posição passiva de esperar que sua capacitação, sua promoção e sua qualidade de vida sejam providenciadas pela empresa. Esses são os deterministas. Já os possibilistas fazem sua parte, dão sua contribuição na criação de um bom ambiente de trabalho, aceitam e oferecem feedback com sinceridade, sentem-se parte da tripulação e não passageiros temporários. Cuidam de seu autodesenvolvimento, organizam-se, planejam seu futuro, não desprezam a saúde e a vida pessoal, e jamais se omitem diante das dificuldades.
Para terminar, outro dado: as empresas consideradas as melhores para trabalhar atraem e abrem as portas exatamente para aqueles que estão dispostos a colaborar para torná-las ainda melhores e maiores. Esta é a lógica que sustenta o processo que garante o progresso, segundo Eugenio Mussak, professor do MBA da FIA e consultor da Sapiens Sapiens.

domingo, 5 de junho de 2011

Regue a planta da amizade.

"Ainda que passemos a maior parte de nosso tempo ao lado de colegas de trabalho, eles não devem ser as únicas pessoas com as quais nos relacionamos. Pesquisas mostram que quem não se aproveita de uma forte rede de relacionamentos fora do ambiente familiar e profissional tem de duas a três vezes mais propensão a morrer jovem. Todos merecemos um momento de descontração. É sempre bom ter por perto amigos que compartilhem nossos valores, experiências e interesses, ainda que não agreguem nada, diretamente, à nossa carreira", segundo Marcelo Mariaca, da consultoria de recrutamento de executivos.

sábado, 4 de junho de 2011

Felicidade Sob Medida.

Cada um tem de buscar seus valores e encontrar significado na vida que leva, dentro e fora do escritório, diz Clóvis de Barros Filho, professor de ética da Universidade de São Paulo (USP) e coautor de A Vida Que Vale a Pena Ser Vivida (Editora Vozes). Segundo Clóvis, felicidade é ter prazer em instantes específicos. Quando você percebe que se sente bem fazendo certo trabalho, sem pensar nos resultados no longo prazo, então você está feliz naquilo que faz. Para alcançar esta harmonia no trabalho, são necessárias três atitudes: desenvolver o autoconhecimento, ter coragem para lidar com mudanças e saber negociar suas vontades.

A consultora de carreira Stella Angerami, de São Paulo, segue essa mesma linha de entendimento. Segundo ela, o importante é o profissional encontrar qual atividade lhe faz bem e deixar de lado as pressões externas, por mais fortes que sejam. Quando um profissional não tem paixão pelo que faz, certamente está no emprego errado. Porque, como escreveu Aristóteles, "o prazer aperfeiçoa a atividade". E você, já sabe se está feliz?

sexta-feira, 3 de junho de 2011

A Felicidade no Trabalho.

Atingir a felicidade profissional é particular. Mas existem fatores que dão um empurrãozinho para a felicidade aparecer para qualquer um. Fazer o que gosta é o primeiro passo para conseguir alcançar a satisfação na carreira. “Se ele faz o que gosta e não apenas o que tem de fazer, se a remuneração é adequada e se o grupo de convivência é positivo, ele pode ser feliz no trabalho”, afirma o headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Weider Silva.
Além desses, a consultora de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Karla Mara Alves de Oliveira cita como fatores que contribuem para a felicidade na carreira o fato de o profissional ter desafios constantes, se sentir útil, respeitado e reconhecido por colegas e líderes. Contudo, para a especialista, ter relacionamentos respeitosos no ambiente de trabalho, ter perspectivas e segurança são os itens que mais contribuem para a satisfação profissional.