quinta-feira, 28 de julho de 2011

Fazer perguntas durante a entrevista de trabalho pode elevar suas chances.

Durante um processo seletivo, o entrevistador pergunta e o candidato à vaga do trabalho responde. Mas poucos sabem ou sabem e não se arriscam que os profissionais também podem (devem) fazer perguntas aos entrevistador.

“Da mesma forma que a empresa escolhe, o candidato também deve escolher”, afirma a diretora-presidente da Projeto RH, Eliane Figueiredo. “E, para isso, ele precisa perguntar”, diz. As perguntas, na avaliação do diretor de Operações da Human Brasil, Fernando Montero da Costa, ajudam o candidato a ter uma melhor noção da empresa e da vaga para a qual está se candidatando.

Fazer perguntas pode auxiliar o profissional a entender melhor os objetivos da vaga e da empresa, mas a tarefa não é tão simples. “É preciso cuidado porque, regra geral, existem perguntas de impacto positivo, aquelas de impacto negativo e as consideradas neutras”, avalia Costa.

Diante disso, nem toda pergunta pode ajudar. E muitas podem até comprometer o desempenho do profissional no andamento do processo seletivo. Por isso, antes de sair perguntando tudo o que achar necessário, fique atento ao momento e às perguntas certas. “Sempre vale o bom senso”, ressalta Eliane.

As perguntas erradas
Fazer a pergunta certa no momento certo não é tão difícil quanto parece. Para começar, o profissional precisa avaliar as oportunidades que têm de já conseguir as respostas às suas dúvidas, antes mesmo da entrevista. “Se a vaga e a empresa são conhecidas, é preciso fazer uma pesquisa, nem que seja somente pela internet”, ressalta Costa.

Eliane conta que já viu muitos casos em que o processo era aberto – com nome da empresa e cargo conhecidos – e muitos candidatos sequer sabiam pronunciar o nome da empresa e faziam perguntas cujas respostas são facilmente encontradas no site da empresa. “Esse tipo de situação passa uma imagem muito negativa do candidato”, considera a especialista.

E esses casos se encaixam no que Costa nomeia de perguntas com impacto negativo. “Mostra o despreparo e o desinteresse do candidato”, afirma. Outras perguntas que não devem ser feitas são aquelas que levantam suspeitas negativas: vocês vão levantar referências profissionais? “Esse tipo de pergunta já demonstra que o candidato tem algo a esconder”, explica Costa.

Perguntas óbvias também geram impactos negativos. O especialista cita como exemplo um processo seletivo para uma vaga em um banco. Se o candidato pergunta o tipo de vestuário que ele deve adotar no ambiente de trabalho é ponto negativo. “Se é um banco, o vestuário já está claro, é formal”, exemplifica.

Questões a respeito da vaga especificamente são bem-vindas, mas é preciso ter critérios. “Dificilmente um selecionador deixará de abordar as exigências da vaga e da área”, explica Costa. E, quanto aos benefícios, em determinado momento do processo, o candidato saberá. Nesses casos, é preciso paciência, uma vez que somente em determinadas etapas essas informações são conhecidas.

As perguntas certas
Para Eliane, os profissionais precisam manter foco no tema das perguntas e mostrarem até nas dúvidas o seu interesse pela empresa e conhecimento na área de atuação. “É importante que ele saiba aonde a empresa quer chegar até mesmo para ele ter uma noção de carreira”, avalia. Por isso, afirma a consultora, as perguntas devem também abordar questões estratégicas.

Para quem não sabe por onde começar, Eliane dá dicas de quais seriam as perguntas que valeriam a pena os profissionais fazerem para os selecionadores:

Quais os valores da empresa? Para a especialista, esta é a primeira pergunta a ser feita. “Primeiro, é preciso ver se os seus valores coincidem com os da empresa”, afirma.
Quais são as metas da empresa e do departamento para este ano? Esse tipo de pergunta demonstra o quanto o profissional está interessado em crescer junto com a companhia.
Quais os desafios para o cargo? Essa questão mostra que o profissional está aberto e é movido a desafios.
Qual o estilo de gestão do departamento? Essa pergunta demonstra o quanto o profissional está preocupado em se adequar ao estilo da empresa.
Qual a política de carreira da empresa? A questão, para Eliane, é crucial, pois demonstra que o candidato já enxerga na empresa uma referência de mercado e já pensa em se desenvolver e crescer com a instituição.
O quanto a empresa investe no funcionário? Essa questão demonstra que o profissional tem interesse em se manter atualizado constantemente.

E, se alguém ainda não está convencido a respeito da importância de se questionar, Eliane ressalta: “depois que o candidato entra na empresa, ele pode ver que não é aquilo que ele pensava”.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Concentração é a chave para não entrar em pânico com volume de trabalho.

Pelo menos uma vez todo mundo já passou pela situação de chegar ao trabalho e ver a mesa lotada de tarefas. Nessas horas, o desespero toma conta da pessoa e a produtividade despenca.

Para que isso não aconteça, a dica é ter concentração. Ao menos esta é uma das dicas de Richard Templar em As 100 Melhores Ideias para Terminar o Dia com a Sensação de Missão Cumprida, da editora Saraiva.

Uma coisa de cada vez
Uma das dicas de Templar para não entrar em pânico com o volume de trabalho é focar em uma tarefa por vez, não pensando no tamanho do todo, mas, sim, avançando pouco a pouco.

“Qualquer que seja a solução, só podemos fazer uma coisa de cada vez. E possível fazer tudo rapidamente e com eficiência de modo a eliminar todas as tarefas da sua lista, mas só se pode fazê-las uma de cada vez”, recomenda o autor.

Para realizar cada tarefa com mais eficiência possível, o especialista em administração do tempo e produtividade, fundador da Triad PS, Christian Barbosa, sugere ainda que o profissional faça uma lista com todas as atividades que devem ser entregues e, ao lado das pendências, ele coloque os prazos de entrega.

Com as datas estipuladas, a pessoa tem de considerar as outras atividades que terá de realizar para que aquela tarefa seja cumprida.

Fonte: InfoMoney

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Discrição e inteligência podem ser garantia de novo emprego.

Para ter certeza do sucesso em uma entrevista e garantir bons resultados em uma avaliação, os candidatos a vagas devem apostar cada vez mais na discrição e investir na construção de argumentos eficazes que possam mostrar ao empregador o quanto sua presença pode contribuir, de forma positiva, com a empresa.

Para compor este perfil, no entanto, é preciso cuidado e atenção, afinal, este é um momento crucial e tocar em assuntos inadequados pode comprometer os resultados.
“O profissional precisa mostrar como pode ser útil sem expor as necessidades que o motivaram a procurar determinado emprego. Tentar justificar a contratação mencionando problemas que esteja vivenciando pela falta de trabalho é inapropriado”, diz a especialista em RH e professora de Planejamento de Carreira da Veris Faculdades, Carolina Camba.

Outro ponto importante é certificar-se de que as atribuições a serem desempenhadas no cargo estejam relacionadas com a sua área de atuação e conhecimento.
“Já observei situações em que a proposta exige mais do que o conhecimento que o profissional possui, bem como aquelas em que o nível de complexidade do trabalho é inferior à competência do candidato”, conta a coach e consultora de carreira, Bernadete Pupo.

Não faça
Evite entrar em temas polêmicos durante a entrevista. Segundo Carolina, falar sobre política, religião e futebol pode ser complicado. Além disso, fuja de assuntos e situações que possam propor um certo grau de intimidade com o entrevistador e, em hipótese alguma, fale mal de seu ex-chefe ou de uma empresa para a qual já prestou serviços.

Tiro certo
Para acertar o alvo e não tropeçar na fase de seleção
, a recomendação aos interessados em novas oportunidades consiste em, basicamente, identificar a necessidade do empregador e avaliar se sua expertise é condizente ao que está sendo ofertado.
“O candidato deve estar atento às questões formuladas pelo entrevistador e exercitar a prática do ouvir para responder apenas o que lhe for questionado. Lembrando que a qualidade das respostas é o que importa e não a quantidade de palavras”, avalia Bernadete.

Impactos na carreira
As consequências de uma escolha inadequada podem ser prejudiciais à carreira e causar não apenas arrependimentos, mas também a constante sensação de inadequação ao local de trabalho.
“Nestes casos, as reações do empregado podem ser prejudiciais para ele e para os clientes que atende. É um processo em cadeia”, diz Pupo.

Por esta razão, antes de escolher um lugar para trabalhar, esteja ciente das próprias habilidades e procure se especializar em áreas específicas de atuação.

Fonte: InfoMoney

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Vai que...você não conheça os benefícios do coaching!

Eu admiro muito a criatividade daqueles profissionais de marketing que criam as propagandas, principalmente as nacionais. E uma das formas de se fazer propaganda é utilizar os exageros e analogias para dramatizar a necessidade do produto que se queira apresentar aos consumidores e clientes.

Existe uma, em especial, que dramatiza sobre os riscos que poderão ocorrer durante a rotina diária de cada um de nós, e que é ressaltado pelo personagem com a seguinte frase: "Vai que (o risco ocorra com você!)...

Utilizando uma analogia dessa propaganda para chamar a sua atenção, eu lhe pergunto: Vai que você não conheça os benefícios do coaching...

Imagine-se você, um estudante do ensino médio, que no final do 3º ano terá que escolher em que curso fará o vestibular. Aí eu lhe pergunto: Vai que...você não tenha  se ligado pra isso e escolha um curso sem ter a certeza se combina com as suas características pessoais, talento e valores?

Ou então, você, um profissional que não está satisfeito com o seu desempenho no trabalho mas não sabe o que fazer para mudar essa realidade. Vai que...você continue em sua zona de conforto, não faça nada para mudar essa realidade, mas venha a se arrepender amargamente no futuro?

Pode ser que você esteja se aposentando após uma vida inteira de trabalho - ou até mesmo já seja um(a) aposentado(a) - e não vê a hora de comprar um sofá, colocar o pijaminha e admirar (de longe) a frenética dimânica do dia a dia daqueles que continuam ativos no mercado de trabalho. Vai que...agindo assim, você não encontre aquele prazer que sempre imaginou que seria a vida de aposentado(a)?

É bem verdade que ter conhecimento não é suficiente para realizar os objetivos desejados se também não houver ação para alcançá-los. Mas de que forma agir?

Pois o coaching trabalha todo o potencial de conhecimentos sobre os seus sonhos e desejos, que somente você os conhece muito bem, e os transforma em ações a serem realizadas por você, por meio de técnicas, ferramentas, metodologia e conhecimento pessoal do profissional habilitado (coach).

Quanto vale o seu sonho e realização? Vai que...

Fonte: Coach Luiz Guilherme Chagas Monteiro

Previsão de Tempo - CPTEC-INPE.

Previs�o de Tempo para S�o Gon�alo - RJ

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Viagem internacional: dicas para evitar ser barrado em aeroportos lá fora.

Os brasileiros representam 12% do número total de entradas recusadas. Segundo a agência, a maioria dos recusados tentava entrar em Portugal e na Espanha. “O brasileiro tem fama de querer tentar a vida fora do País, e como não precisa de visto antecipado, eles arriscam mais nos países de língua portuguesa ou latina, como Portugal e Espanha”, explica o gerente de Treinamento da Agência de Intercâmbios Experimento, Maurício Pivetta.

De acordo com o gerente, a entrada nos Estados Unidos foi dificultada, e isso chamou a atenção dos brasileiros para os países da Europa. “A diferença entre ser barrado pelos EUA ou pela Europa, é que ao pedir o visto americano a pessoa é barrada no Brasil, já na Europa, ela só descobre quando já está lá”, completa.

Para quem pretende viajar por meio de agências de Intercâmbio, mesmo para os países que mais vetam a entrada dos brasileiros, é mais fácil, pois o curso já está pago, dessa forma fica mais simples provar que o brasileiro tem dia e hora para voltar. “O maior problema dos brasileiros é provar que tem vínculo no Brasil”, comenta Pivetta.

Em alguns casos, como citado pelo gerente, os agentes de imigração separam os amigos que viajam juntos e interrogam de maneiras diferentes, e é nessa hora que os brasileiros são vetados. Outro caso são os brasileiros que viajam tendo algum amigo no exterior. “Os agentes de imigração são treinados e algumas perguntas servem para surpreender o viajante. Muitos perguntam se a pessoa conhece alguém no país e, ao receber a resposta negativa, anunciam o nome da pessoa e pedem para que quem está esperando por ela vá até a imigração. Nessa hora, se a pessoa for até os agentes, o viajante é barrado na certa”, conta o gerente.

Visados
De um modo geral, todos os brasileiros que desembarcam são vistos como suspeitos de quererem se instalar no país, mas alguns perfis são mais visados que os outros.
Conforme explicado por Pivetta, mulheres sofrem mais preconceito dentro dos aeroportos europeus, por conta de uma ideia de que muitas vão para o exterior à procura de trabalho dentro da prostituição.
Pessoas de 18 a 30 anos também são mais avaliadas. “Imagine uma pessoa com 23 anos, que acabou de se formar e quer viajar para o exterior. A primeira coisa que o agente de imigração vai pensar é que o sujeito não tem vínculo com o País nativo e quer tentar a vida fora”, comenta Pivetta.

Provar que quer voltar
Segundo o gerente, a maior dificuldade dos brasileiros é provar que querem retornar para o Brasil depois de conseguirem entrar em outro país. “O brasileiro precisa aprender a provar o vínculo que tem com o Brasil”, completa.

Muitos recursos podem ser utilizados para provar o vínculo, desde holerites, carteira profissional, até escritura de imóveis e declaração do imposto de renda. “Além de provar o vínculo, a pessoa tem que provar que tem dinheiro para se manter durante sua estadia e mostrar passagem de volta. No caso de turismo, passagens com trinta dias geralmente não são bem vistas. É difícil para o agente de imigração acreditar que o indivíduo vai fazer turismo durante trinta dias”, explica Pivetta.

De um modo geral, no setor de imigração dos aeroportos, sempre haverá um intérprete da língua portuguesa. Caso não tenha, uma pessoa que fale o idioma será solicitada. "Caso venha a ser barrado, o brasileiro aguarda no próprio aeroporto o primeiro voo para seu país de origem. Caso a empresa que o passageiro viajou não tenha vaga, o mesmo é direcionado para outras companhias", finaliza Pivetta.

Dicas para entrar no exterior sem problemas

Hospedagem
Levar reserva de acomodação, mesmo em casos de estadia em albergues;
Casa de amigos
Pode entrar sem problemas, desde que prove que o dono da casa, no caso de barsileiros, esteja legal no país;
Saúde
Levar comprovante de seguro-saúde;
Férias
Se for passar as férias do trabalho ou estudos fora do Brasil, levar uma carta da universidade ou da empresa que trabalha dizendo o período de férias;
Vínculo empregatício
Carteira profissional e holerite podem provar que a pessoa possui vínculo e estabilidade no Brasil;
Roupas
A pessoa deve se vestir de acordo com o motivo da viagem. Por exemplo, um indivíduo que vai fazer turismo não deve chegar na imigração de terno;
Outros documentos
Escritura de imóveis ou extrato bancário também prodem ajudar a provar o vínculo;
Menores
Embora tenham mais facilidade de entrar, menores devem levar documentos que provem estabilidade financeira dos pais, como declaração do imposto de renda dos pais, escritura de imóveis ou documento de veículos em nome dos pais.
Fonte: Agência de Intercâmbio Experimento