sábado, 17 de março de 2012

Vida Múltipla.

Após 35 anos de contribuição junto ao INSS, vivo hoje aquele momento maduro e agradável de ter a oportunidade de atuar, como profissional autônomo, naquela área de conhecimento que me proporciona mais prazer e felicidade: auxiliar pessoas a obterem o melhor de si mesmas. 

Nesse intento, transitarei ainda por mais uma década na empresa de energia em que já atuo há 24 anos, mas construindo uma nova carreira alternativa que me ofereça novas experiências profissionais e de fontes de renda.

Experimento assim,  aquela felicidade de também poder contribuir com o desenvolvimento de quem tem o desejo e a necessidade de crescer pessoal e profissionalmente, entretanto, sem saber como, necessitando assim, de alguém experiente, formado, certificado nos conhecimentos necessários para orientar e auxiliar no atingimento de seus objetivos.

E é atuando como coach, certificado pela Sociedade Brasileira de Coaching, é que tenho a oportunidade de despertar no(a) cliente o potencial que ele(a) tem mas que ainda não percebeu. Afinal, tecnicamente, o coach não orienta, mas sim, conduz o(a) cliente à novas percepções sobre as suas próprias competências e oportunidades de melhoria.

Com o mesmo objetivo contributivo, atuo como analista comportamental na Teoria DISC e analista de valores e quociente de atividade, certificado pela Success Tools. E para que serve isto, possa ser que você esteja se perguntando. O analista comportamental lhe informará sobre os fatores comportamentais que conduzem o seu jeito de agir (é o como). Já na análise de valores, você descobrirá as suas motivações, ou seja, o porquê de você assumir determinados comportamentos.

Tomando como exemplo um iceberg, os comportamentos seriam a parte visível (sobre o mar); os valores, a parte submersa. E no quociente de atividade, o(a) cliente fica sabendo se será mais feliz no desempenho de atividades em projetos, rotina ou em soluções de problemas, baseados em seus comportamentos e valores.

E para completar a minha realização, estou tendo o prazer de atuar como professor da disciplina estágio no Colégio Auxiliadora, a escola que faz a diferença, no município de São Gonçalo. Esta matéria visa a orientar os alunos do melhor 3º ano do ensino médio do Auxiliadora, como eu costumo dizer a eles, sobre a vivência no universo corporativo, falando desde  como redigir um adequado currículo até o planejamento de carreira deles.

Neste ambiente educacional, estou também apresentando aos alunos do ensino médio que desejarem, a oportunidade deles descobrirem a melhor forma de aprendizagem, baseada na Teoria DISC. Às vezes, o aluno não está motivado a estudar por alguma razão; ou então, estuda mas não aprende como gostaria. Como ajudá-lo a se encontrar para extrair o seu melhor? É nesse aspecto de abordagem que se concentrará este trabalho.

Mas, o que me levou a desenvolver todas essas oportunidades foi eu descobrir qual era a minha vocação (paixão), há apenas 12 (doze) anos atrás, pela Administração, auxiliado pela Prof.ª Mestre Eloisa Helena Chagas Monteiro Alves. Depois, foi só observar o mercado com suas oportunidades para compartilhar a minha essência teórica.

A propósito, você já descobriu a sua vocação?

Por Coach Luiz Guilherme Chagas Monteiro

quinta-feira, 8 de março de 2012

O que é melhor: fazer o que se gosta ou o que paga mais?

Em busca de um emprego que pague bem, profissionais buscam uma oportunidade que satisfaça suas necessidades e seus sonhos.

Ao procurar uma oportunidade no mercado de trabalho, a maioria dos candidatos parte em busca de um sonho: o de conseguir um emprego que não apenas satisfaça profissionalmente, mas que também atenda às suas necessidades financeiras. Contudo, nem sempre atender a ambos o requisitos é possível, o que torna a procura ainda mais complicada.

E, se realizar esse desejo já é complicado demais, o que seria mais aconselhável, então? Fazer aquilo que se gosta ou escolher um emprego que pague um salário melhor?
De acordo com a consultora de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Karla Mara Alves de Oliveira, a resposta é nem um nem o outro.

“O profissional deve ser orientado a fazer o que gosta, buscando uma área que tenha uma remuneração mais adequada para suprir suas necessidades. Contudo, se isso não for possível e ele ganhar uma boa remuneração pelo que faz, o ideal é que o trabalhador procure enxergar suas atividades de uma maneira mais positiva”, diz Karla.

Consequências

E tanto esforço certamente tem uma razão de ser, afinal, trabalhar no que não se gosta pode trazer sérios riscos à saúde.

“Ao se fazer o que não se gosta, o trabalhador pode se tornar uma pessoa opressiva e infeliz”, esclarece Karla.

Além disso, não é apenas desse mal que um profissional pode sofrer. Segundo o consultor da De Bernt Entschev Human Capital, Julio Bonrruquer, por exemplo, ao optar exclusivamente pelo retorno financeiro e não pela satisfação profissional, o trabalhador pode se sujeitar a inúmeras doenças. “São muitas as pessoas que adoecem e que têm dinheiro, por exemplo”, diz Bonrruquer.

E é por essa razão que o especialista defende tanto que é preciso trabalhar no que se gosta. “Isto é importante, mas não se pode apenas viver de um sonho, pois, sem dinheiro, não se pode viver”, diz.

Como fazer

Para encontrar um meio termo, o profissional deve primeiramente se conhecer. Ou seja, saber exatamente do que gosta e em quais áreas ele possui mais competência.

“Ele precisa saber onde possui habilidade para se desenvolver mais e mais. Além disso, é importante que ele saiba também onde e como buscar um trabalho adequado ao seu perfil, tendo paciência para esperar o retorno mais apropriado, item este fundamental no processo”, esclarece Karla.

Bonrruquer dá outra recomendação. “Ao adquirir estabilidade financeira, é possível trabalhar com mais paixão naquilo que se gosta. Aquilo que fazemos com paixão sempre traz bons resultados, inclusive financeiros”, lembra.