sábado, 14 de janeiro de 2012

Competências comportamentais são as mais valorizadas.

Olá!

Hoje compartilho com você o artigo que li no site Administradores.com, de Isabel Kopschitz.

"Um em cada três empregadores no mundo tem dificuldades para preencher vagas e este número só tende a aumentar. Embora 28% deles relatem que a falta de experiência dos candidatos é a principal barreira, as competências comportamentais são os fatores que, somados, são mais  valorizados no mercado de trabalho atual. As conclusões são de estudo do ManPower Group, feito este ano, com cerca de 60 mil organizações (de diferentes portes e setores), em 41 países, incluindo o Brasil.

Segundo a pesquisa, os empregadores (17%) consideram colaboração/trabalho em grupo a competência relevante que menos encontram entre os candidatos, no mercado. Em seguida, vêm habilidades interpessoais (15%), entusiasmo/motivação (14%), profissionalismo (13%) e atenção a detalhes (10%). Características como habilidade com ambiguidade/complexidade (9%), resolução de problemas (9%), adaptabilidade/flexibilidade/agilidade (9%), pensamento crítico/analítico (9%) e criatividade/inovação (9%) são outras competências no alto do ranking, citadas por empregadores como sendo relevantes e, ao mesmo tempo, mais dificilmente encontradas em candidatos.
- As chamadas soft competencies (competências comportamentais) são uma forma de o profissional se diferenciar no mercado hoje - diz Márcia Almström, diretora de recursos humanos da ManPower Brasil.
Segundo Márcia, saber colaborar e influenciar os demais é a competência mais exigida, pois ela é essencial para que as empresas consigam se superar e inovar, no atual contexto de rápidas mudanças tecnológicas. Aí estaria contido o conceito de “liderança”, que não está ligado a hierarquia, mas à capacidade de conseguir seguidores para um objetivo comum. Dentro do trabalho em equipe, ressalta, a transferência de conhecimento é um item imprescindível.
- A questão de saber solucionar problemas também não tem qualquer relação com hierarquia. Significa saber encontrar soluções para as questões que forem surgindo, sem repassar os problemas para outros - explica.
Para Ylana Miller, diretora da Yluminah Desenvolvimento Profissional e professora do Ibmec, tanto escolas quanto universidades deveriam começar a preparar as pessoas para o mercado de trabalho, desenvolvendo suas habilidades comportamentais, como liderança, “fazer acontecer”, persuasão, comunicação, criatividade e inovação. Para isso, diz, teria que acontecer uma mudança profunda no sistema educacional brasileiro.
- Não adianta ter um CR altíssimo na faculdade e não liderar nada, não influenciar pessoas - comenta. - O que me incomoda no atual sistema é que não há muita preocupação em desenvolver o ser humano. Sendo treinada desde nova, a pessoa se sairia muito melhor no mercado."
Diante desta realidade descrita no artigo acima, informo-lhe que o processo de coaching se aplica adequadamente para suprir essa lacuna de desenvolvimento nas habilidades comportamentais.
Se você busca resultados em sua vida pessoal e/ou profissional, experimente o coaching.
Busque um coach.
Abraço,
Luiz Guilherme Chagas Monteiro

Nenhum comentário:

Postar um comentário